terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
ÁRVORE...
Velhas Árvores
Olha estas velhas árvores, mais belas
Do que as árvores moças, mais amigas,
Tanto mais belas quanto mais antigas,
Vencedoras da idade e das procelas...
O homem, a fera e o inseto, à sombra delas
Vivem, livres da fome e de fadigas:
E em seus galhos abrigam-se as cantigas
E os amores das aves tagarelas.
Não choremos, amigo, a mocidade!
Envelheçamos rindo. Envelheçamos
Como as árvores fortes envelhecem,
Na glória de alegria e da bondade,
Agasalhando os pássaros nos ramos,
Dando sombra e consolo aos que padecem!
Olavo Bilac
Olha estas velhas árvores, mais belas
Do que as árvores moças, mais amigas,
Tanto mais belas quanto mais antigas,
Vencedoras da idade e das procelas...
O homem, a fera e o inseto, à sombra delas
Vivem, livres da fome e de fadigas:
E em seus galhos abrigam-se as cantigas
E os amores das aves tagarelas.
Não choremos, amigo, a mocidade!
Envelheçamos rindo. Envelheçamos
Como as árvores fortes envelhecem,
Na glória de alegria e da bondade,
Agasalhando os pássaros nos ramos,
Dando sombra e consolo aos que padecem!
domingo, 9 de fevereiro de 2014
CHUVA...
CHUVA…
A chuva bate nos vidros
A chuva bate no chão
Também bate de mansinho
Perto do meu coração
Oh chuva, tu és oiro
Fertilizas os campos
Enches rios, enches fontes
Matas a sede ao mundo
Dás de beber às plantas
Aos animais e a todos
A chuva bate no chão
Também bate de mansinho
Perto do meu coração
Oh chuva, tu és oiro
Fertilizas os campos
Enches rios, enches fontes
Matas a sede ao mundo
Dás de beber às plantas
Aos animais e a todos
Há já algum tempo
A tua presença sentimos
Embora nos entristeças
Mas a tua existência
Por vezes, todos pedimos
A tua presença sentimos
Embora nos entristeças
Mas a tua existência
Por vezes, todos pedimos
Maria da Cruz
Leiria, 09/02/2014
sábado, 8 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Hoje nevou na minha cidade da GUARDA - Fotos da net
Alta cidade da vetusta Beira
Entalhada na Montra Serrania
Chamem-te embora Feia, Falsa e Feia
Mas és também fidalga Hospitaleira
JÚLIA RIBEIRO
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