quinta-feira, 28 de maio de 2015
Alexandre O'Neil
O Amor é o Amor
O amor é o amor — e depois?!
Vamos ficar os dois
a imaginar, a imaginar?...
O meu peito contra o teu peito,
cortando o mar, cortando o ar.
Num leito
há todo o espaço para amar!
Na nossa carne estamos
sem destino, sem medo, sem pudor
e trocamos — somos um? somos dois?
espírito e calor!
O amor é o amor — e depois?
Alexandre O'Neill, in 'Abandono Vigiado'
Vamos ficar os dois
a imaginar, a imaginar?...
O meu peito contra o teu peito,
cortando o mar, cortando o ar.
Num leito
há todo o espaço para amar!
Na nossa carne estamos
sem destino, sem medo, sem pudor
e trocamos — somos um? somos dois?
espírito e calor!
O amor é o amor — e depois?
Alexandre O'Neill, in 'Abandono Vigiado'
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Recordar o Projecto Teclar, onde apendi as novas tecnologias.
Na foto, eu com a Professora Joana Viana e a amiga Margarida.
"VOLTEI À ESCOLA!"
Gostei de voltar à "ESCOLA"
Meu sonho "REALIZAR"...
Com"TRABALHO" da Joana
"APRENDER " a Teclar!
Não estava nos meus "PROJECTOS"
Nem tinha tais "AMBIÇÕES"
Mas com "TEMPO" e "FAMÍLIA"
Tomei minhas "DECISÕES".
A "FORMAÇÃO" frequentei
"ACTIVIDADES" realizei
"OBJECTIVOS", "GANHOS",
"EXPERIÊNCIAS" alcancei,
E muitas alegrias ganhei!
Com todo este Projecto
A minha"VIDA" mudou,
E quem ele frequentou
Grandes Amigos ganhou!
Maria da Cruz - 2009
quinta-feira, 7 de maio de 2015
segunda-feira, 4 de maio de 2015
sábado, 25 de abril de 2015
"Menino do Cravo Vermelho"
MINHA TERRA MEU PAÍS
Minha TERRA MEU PAÍS
Meu PORTUGAL de outrora
Onde nasci, cresci e vivi...
Onde fui sempre feliz
E tão diferente agora!
Não sei que te fazem
Não sei que dizer
Não sei que pensar
Não sei que virá.......
Tudo diferente!
Tudo nos magoa
Todos reclamamos,
Todos sofremos,
Nos inquietamos
E...
Todos esperamos
Por dias melhores...
Sem fome, sem miséria...
Dias de PAZ, ALEGRIA´
AMOR, UNIÃO...
Desejando para todos...
Um PORTUGAL MELHOR!
25/04/2015
Maria da Cruz
Minha TERRA MEU PAÍS
Meu PORTUGAL de outrora
Onde nasci, cresci e vivi...
Onde fui sempre feliz
E tão diferente agora!
Não sei que te fazem
Não sei que dizer
Não sei que pensar
Não sei que virá.......
Tudo diferente!
Tudo nos magoa
Todos reclamamos,
Todos sofremos,
Nos inquietamos
E...
Todos esperamos
Por dias melhores...
Sem fome, sem miséria...
Dias de PAZ, ALEGRIA´
AMOR, UNIÃO...
Desejando para todos...
Um PORTUGAL MELHOR!
25/04/2015
Maria da Cruz
quarta-feira, 22 de abril de 2015
CORAÇÃO...
Coração é Terra que Ninguém Vê
Quis ser um dia, jardineira
de um coração.
Sachei, mondei - nada colhi.
Nasceram espinhos
e nos espinhos me feri.
Quis ser um dia, jardineira
de um coração.
Cavei, plantei.
Na terra ingrata
nada criei.
Semeador da Parábola...
Lancei a boa semente
a gestos largos...
Aves do céu levaram.
Espinhos do chão cobriram.
O resto se perdeu
na terra dura
da ingratidão
Coração é terra que ninguém vê
- diz o ditado.
Plantei, reguei, nada deu, não.
Terra de lagedo, de pedregulho,
- teu coração. Bati na porta de um coração.
Bati. Bati. Nada escutei.
Casa vazia. Porta fechada,
foi que encontrei...
Cora Coralina
Quis ser um dia, jardineira
de um coração.
Sachei, mondei - nada colhi.
Nasceram espinhos
e nos espinhos me feri.
Quis ser um dia, jardineira
de um coração.
Cavei, plantei.
Na terra ingrata
nada criei.
Semeador da Parábola...
Lancei a boa semente
a gestos largos...
Aves do céu levaram.
Espinhos do chão cobriram.
O resto se perdeu
na terra dura
da ingratidão
Coração é terra que ninguém vê
- diz o ditado.
Plantei, reguei, nada deu, não.
Terra de lagedo, de pedregulho,
- teu coração. Bati na porta de um coração.
Bati. Bati. Nada escutei.
Casa vazia. Porta fechada,
foi que encontrei...
POR DETRÁS DAS ÁRVORES...
POR DETRÁS DAS ÁRVORES...
Por detrás das árvores não se escondem faunos, não.
Por detrás das árvores escondem-se os soldados
com granadas de mão.
As árvores são belas com os troncos dourados.
São boas e largas para esconder soldados.
Não é o vento que rumoreja nas folhas,
não é o vento, não.
São os corpos dos soldados rastejando no chão.
O brilho súbito não é do limbo das folhas verdes reluzentes.
É das lâminas das facas que os soldados apertam entre os dentes.
As rubras flores vermelhas não são papoilas, não.
É o sangue dos soldados que está vertido no chão.
Não são vespas, nem besoiros, nem pássaros a assobiar.
São os silvos das balas cortando a espessura do ar.
Depois os lavradores
rasgarão a terra com a lâmina aguda dos arados,
e a terra dará vinho e pão e flores
adubada com os corpos dos soldados.
António Gedeão, in 'Linhas de Força'
// Consultar versos e eventuais rimas
terça-feira, 21 de abril de 2015
DIA DA POESIA
No Dia da Poesia, houve vários programas em Leiria... na Caixa Agrícola, no Espaço Eça, no Centro Cívico e outros...
Esta foto representa bem a Poesia e o Movimento... na Caixa Agrícola de Leiria.
Um verdadeiro espectáculo!
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Subscrever:
Mensagens (Atom)





