terça-feira, 2 de junho de 2015

quinta-feira, 28 de maio de 2015

POSTAIS DE OUTROS TEMPOS


Alexandre O'Neil




O Amor é o Amor

O amor é o amor — e depois?!
Vamos ficar os dois
a imaginar, a imaginar?...

O meu peito contra o teu peito,
cortando o mar, cortando o ar.
Num leito
há todo o espaço para amar!

Na nossa carne estamos
sem destino, sem medo, sem pudor
e trocamos — somos um? somos dois?
espírito e calor!

O amor é o amor — e depois?

Alexandre O'Neill, in 'Abandono Vigiado'

sexta-feira, 15 de maio de 2015




Recordar o Projecto Teclar, onde apendi as novas tecnologias.
Na foto, eu com a Professora Joana Viana e a amiga Margarida.


"VOLTEI À ESCOLA!"

Gostei de voltar à "ESCOLA"
Meu sonho "REALIZAR"...
Com"TRABALHO" da Joana
"APRENDER " a Teclar!


Não estava nos meus "PROJECTOS"
Nem tinha tais "AMBIÇÕES"
Mas com "TEMPO" e "FAMÍLIA"
Tomei minhas "DECISÕES".


A "FORMAÇÃO" frequentei
"ACTIVIDADES" realizei
"OBJECTIVOS", "GANHOS",
"EXPERIÊNCIAS" alcancei,
E muitas alegrias ganhei!



Com todo este Projecto
A minha"VIDA" mudou,
E quem ele frequentou
Grandes Amigos ganhou!
 

                                Maria da Cruz - 2009

quinta-feira, 7 de maio de 2015

segunda-feira, 4 de maio de 2015

sábado, 25 de abril de 2015

"Menino do Cravo Vermelho"

MINHA TERRA MEU PAÍS

Minha TERRA MEU PAÍS
Meu PORTUGAL de outrora
Onde nasci, cresci e vivi...
Onde fui sempre feliz
E tão diferente agora!
Não sei que te fazem
Não sei que dizer
Não sei que pensar
Não sei que virá.......
Tudo diferente!
Tudo nos magoa
Todos reclamamos,
Todos sofremos,
Nos inquietamos
E...
Todos esperamos
Por dias melhores...
Sem fome, sem miséria...
Dias de PAZ, ALEGRIA´
AMOR, UNIÃO...
Desejando para todos...
Um PORTUGAL MELHOR!

     
        25/04/2015

       Maria da Cruz
                    

quarta-feira, 22 de abril de 2015

CORAÇÃO...



Coração é Terra que Ninguém Vê

Quis ser um dia, jardineira
de um coração.
Sachei, mondei - nada colhi.
Nasceram espinhos
e nos espinhos me feri.

Quis ser um dia, jardineira
de um coração.
Cavei, plantei.
Na terra ingrata
nada criei.

Semeador da Parábola...
Lancei a boa semente
a gestos largos...
Aves do céu levaram.
Espinhos do chão cobriram.
O resto se perdeu
na terra dura
da ingratidão

Coração é terra que ninguém vê
- diz o ditado.
Plantei, reguei, nada deu, não.
Terra de lagedo, de pedregulho,
- teu coração. Bati na porta de um coração.
Bati. Bati. Nada escutei.
Casa vazia. Porta fechada,
foi que encontrei...
Cora Coralina