domingo, 11 de março de 2018

"À MULHER " da minha vida...

"À MULHER" da minha vida...
FOI MÃE...
Foi criança 
Foi jovem
Foi esposa
Foi respeitada
Foi amada
Foi querida
Foi o meu orgulho
Foi o meu braço direito
Foi a minha companheira
Foi a avó mais amada
Foi a Mãe que tudo
fez pela sua menina
Foi e será sempre para mim
A MÃE que todos desejariam ter...
Mas foi, sobretudo,
GRANDE MULHER
8/03/2018
Maria da Cruz Gago

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Inverno



Árvores de Inverno
Nuas, sem folhas
Ressequidas
Enrugadas
Tristes
Chorosas
Amarguradas
Quase, quase... sem vida...
Essa... voltará na Primavera
Inverno, Inverno...
Tempo já VELHO!

   17/01/ 2018

                       Maria da Cruz Gago

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

"MARIA"




"MARIA"...

MARIA...
Seu nome era Maria... sim, era uma criança que, como qualquer outra, gostava do Natal.
Vivia numa cidade da Beira e sempre que o Natal estava próximo, começava a pensar em fazer o Presépio com as figurinhas que o pai lhe oferecera, ainda muito pequenina... estivesse frio, chuva, ou sol, lá ia ela com a mãe ao pinhal em busca do musgo. Era um dia de alegria para aquela criança que dava todos aqueles passos.
O pinhal estava perto...chegadas aquele lugar misterioso, que mais parecia uma catedral que uma floresta, era só ajoelhar e apanhar o tão desejado musgo, que Maria e mãe colocavam na cesta comprada nos cesteiros de Gonçalo, terra da cestaria.
Depois da cesta cheia, regressavam a casa...Maria, contente e feliz, já ia cantarolando versos ao Menino Jesus.
Chegadas a casa , Maria ia ao sótão buscar as caixinhas de papelão onde descansavam, há um ano,aquelas figurinhas de barro tão toscas, tão toscas, mas com muito significado para ela... tinha sido o pai, que lhas tinha oferecido... mas que já tinha partido!
Não sei se Maria ainda terá essas figurinhas... mas se tal não acontecer, tenho a certeza que estão no seu coração!
LEIRIA, 6/12/2017
Maria da Cruz Gago

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

"OUTONO"



"OUTONO"

É Outono
O sol teima em ficar
Não há dias frios
Só manhãs e noites
Pedem agasalhos
A chuva zangou-se
Não quer aparecer
Os campos secaram
Os rios também
Pastagens não há
O gado faminto
Dos prados verdinhos
Procuram reservas
Que a terra não dá
Todos desejamos
A chuva que tarda
Que tarda em chegar
E que faz falta
Para a vida continuar

         19/11/2017
                                            Maria da Cruz Gago

quarta-feira, 26 de julho de 2017

DIA DOS AVÓS




"SER AVÓ"
SER AVÓ
Ser avó é ter netos
Filhos dos nossos filhos
Que amamos, adoramos,
Com quem brincamos, falamos,
Contamos histórias de encantar...
De reis, de rainhas...mas...
São as histórias da vida dos avós
Que mais apreciam...
E dizem:
-Conte avó, conte,
Diga como eram as suas brincadeiras,
Como passavam o tempo...
Que faziam?
Não havia Computadores, TV...
E eu respondo:
-As meninas brincavam às casinhas,
Aos jogos nos jardins, cantavam...
E os meninos jogavam à bola, ao pião,
Ao arco, construíam os seus carrinhos...
Eram estas as brincadeiras do meu tempo
Que, apesar de simples,
Nos davam alegria e felicidade...
Pois andávamos em liberdade sem perigo...
E hoje, ainda gosto de passear,
Brincar, conversar, rir com os meus netos...
E presenteá-los com miminhos
Que eles tanto apreciam.
Sou uma Avó "Babada"
Adoro ser AVÓ!

domingo, 2 de julho de 2017

"ROSAS"



                  ROSAS...

      Brancas, amarelas, vermelhas
      Todas elas são perfeitas
       Encantam-nos, amamos
       E deliciamo-nos
       Com as suas cores, perfume
       Beleza!
       Mas os espinhos... ai os espinhos...
       Espinhos de suas e nossas vidas...
       ROSAS...
      "BRANCAS" - Pureza
      "CHAMPANHE" - Simpatia
      "ROSA" - Gentileza
      " AMARELA"- Alegria
      " VERMELHAS..."
        Estas...
        Todas todas...
Se desfolham em AMOR...

           2/07/2017

 Maria da Cruz Gago

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Dia de S. Valentim

     



AMOR
Amor é gostar
Amor é sorrir
Amor é consolar
Amor é perdoar
Amor é olhar
Amor é acompanhar
Amor é ajudar
Amor é servir
Amor é falar
Amor é desejar
Amor é dar e receber
AMOR!
13/02/2017
Maria da Cruz Gago


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

FEVEREIRO

FEVEREIRO

De todos o mais pequeno
Mas para mim o maior
Três dias de felicidade 
E de muito muito amor

Primeiro o 19
A seguir o 25
E por fim o 27

Gosto de todos os meses
Mas este mês de Fevereiro
É, e será sempre, o meu mês
O mês da minha Vida
O mês do Amor
Dos meus Sonhos
Da minha União
Da minha Família
Da minha Vida 
Dos meus três
Grandes, Grandes Amores
ANA, DIAMANTINO , JOÃO
          Maria da Cruz Gago
Leiria,1/02/2017

terça-feira, 22 de novembro de 2016

FOLHA SECA

"FOLHA SECA"

Folha seca, folha seca
Em que estás a pensar?
-Na vida que tive outrora
E que gosto de recordar
Fui folhinha pequenina
Verdinha e muito fina
Cresci, amei,
Sequei...
Aqui cheguei
E assim fiquei
Seca e amarelecida
Mas sempre
Sempre, muito
FELIZ!

17/11/2016

Maria da Cruz Gago

terça-feira, 15 de novembro de 2016

"SAUDADE"





                  SAUDADE"
O Outono chegou!
Destruiu a minha beleza
Frescura
Encanto
Alegria
Meu olhar
Meu amor...
Tudo renascerá...
A saudade aperta
A tristeza consome
Mas sei... isso eu sei!
A Mãe Natureza
Devolve vida
Às minhas Folhas!
15/11/2016
Maria da Cruz Gago

terça-feira, 11 de outubro de 2016

“ RUA DO ENCONTRO”
Esta Rua do Encontro
Que se situa na Guarda
Fica mesmo mutio perto
Da Rua onde eu habitava
Passava o Café Mondego
Começava a subir
Para alcançar o Liceu
E às aulas assistir
Eram tempos de alegria
E muita satisfação
Pois tudo nos servia
Para grande animação
Recordo com saudades
Os grandes nevões de outrora
Em que  nós as raparigas
Saímos antes da hora
Para não levar boladas
Com a neve tão desejada
Tocava a velha “ cabra”
Saíamos a correr
Pastas no chão desta Rua
Sentadas em cima delas
Muitas escorregadelas
Rua do Encontro descer
As bolas de neve ficavam
Nas mãos dos colegas
Até derreter…

              02/08/16    Maria da Cruz Gago

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

MUSEU DA TAPEÇARIA EM PORTALEGRE









MUSEU DA TAPEÇARIA DE PORTALEGRE - GUY FINO
Até ao século XVIII não existia a tradição da Tapeçaria em Portugal.
Depois do Terramoto de 1755 Marquês de Pombal procurou fundar duas fábricas de tapeçarias, uma em Lisboa e outra em Tavira, que não sobreviveram
A história das tapeçarias de Portalegre é uma história ecente, pois data de 1946, quando dois amigos Guy Fino e Manuel Celestino Peixeiro, resolveram fazer reviver a tradição dos tapetes de ponto de nó, em Portalegre.A concorrência era grande eo negócio não mostrava grande viabilidade. Foi então que Manuel do Carmo Peixeiro, pai de Manuel Celestino, desafiou dois jovens a fazer tapeçaria mural com um ponto inventado por ele, anos antes,enquanto estudante têxtil em Roubaix. Todos abraçaram o projecto e a primeira tapeçaria surge em 1947 sob o cartão de João Tavares.
Outros pintores como Júlio Pomar, Maria Keil, Guilherme Camarinha, Renato Torres, Lima de Freitas,, contam- se entre os primeiros com a Manufactura de Tapeçarias. Foram tempos difíceis pois ninguém acreditava que fosse possível fazer tapeçaria portuguesa. A tapeçaria tinha que ser francesa ou flamenga..
O reconhecimento e a aceitação da tapeçaria de Portalegre só aconteceram em 1952, pela mão dos próprios tapeceiros franceses
que se deslocaram a Portugal para a exposição " A Tapeçaria da Idade Média ao Presente". Guy Fino, resolveu pôr em confronto as duas técnicas, expondo simultaneamente no SNI duas grandes tapeçarias sob cartão de Guilherme Camarinha que tinham sido tecidas para o Governo Regional da Madeira. Os técnicos franceses, convidados a visitar esta exposição, admiraram a técnica e a perfeição conseguida com ponto de Portalegre
Estavam lançadas as tapeçarias de Portalegre que são uma verdadeira OBRA DE ARTE E MARAVILHA!